sexta-feira, 18 de agosto de 2006

Feitiçeira

;)
Está neste momento a passar na RFM a canção Feiticeira, do Luís Represas....
E no meio de todas as tarefas e questões pendentes que tenho aqui na empresa, dou comigo a sorrir enquanto me lembro que esta foi a canção que o meu marido me cantou no dia do nosso casamento!!
;)

domingo, 6 de agosto de 2006

As cabras e as sonsas

HOje enquanto visitava os meus amigos virtuais, li em 4 blogs distintos situações que me deixaram a pensar em 2 tipos de pessoas com as quais todos nos cruzámos.
Já todas nós tivémos o previlégio de conhecer especimes destes...
A cabra é aquela que gostes ou não, é franca até à medula!
Abre a boca e diz o que pensa, marimbando-se se está a magoar os outros ou não.
Age pelo que quer, luta pelo que acredita e passa por cima de quem tiver que passar.
A cabra diz-te na cara: Não me parece! Quando lhe pedes algo que não lhe interesse fazer.
Raramente se prejudica para te ajudar e se o faz é porque realmete se preocupa contigo.
Já a sonsa...é um doce! Abnegada, gentil e humilde!
Sempre disponivel e de sorriso na cara. Peças o que pedires ela diz-te que sim, e com um sorriso nos lábios.
É a amiga ideal que podes contar sempre!
:) Pelo menos até começares a conhecer bem... cada uma delas...
A Cabra, ou pelo menos as que conheci até hoje, é cabra mas uma cabra honesta. Falta a diplomacia quando te diz NÃO!? Quando te deixa pendurado ou te manda à cara coisas que se calhar não gostas de ouvir? Até pode faltar... Mas eu aprendi a gostar muito desse feitio! É que a cabra não dissimula! Diz-te o que pensa NA HORA! A cabra não faz jogos duplos em que está tudo bem e por traz vai arranjar intriguinhas ou fazer ar de vitima a terceiros.
A Sonsa, no meio de toda a sua bonomia e ara afável, vai a pouco e pouco "tecendo uma teia". Com pequenos nadas, alguns comentários, a pouco e pouco vai exercendo influência, infiltrando-se em assuntos que não lhe competem e ganhando "poder de decisão".
Ninguém é sempre bom! Ninguém é sempre capacho... Desconfio sempre de alguem que "não diz um não, não dá um grito, não vira as costas!!"
As pessoas podem ser boas por natureza. Eu sei que me enquadro neste cenário. Sou leal, ajudo (muitas vezes prejudicando-me) sempre que posso. Tento estar "sempre lá".
Mas CAPACHO NÃO!
Até posso não dizer logo na cara o que sinto/penso. Mas se não o fizer na hora, ou é porque estou "com o sangue quente" e não gosto de falar emocionalmente para não "falar emocoes ao inves de factos" Ás vezes dizemos coisas que só magoam e não vão ajudar a resolver o problema em causa. Mais vale pensar e falar com lógica. Mas falar! Não é guardar e depois ir tecer teias a terceiros com diz que disse e faz que fez. Para mim... não dá!
Sou humana, tento ser diplomata mas nem sempre consigo!! Tento não pisar os outros para me por bem a mim. Não quer dizer que se for preciso não pise um pé!!
A sociedade e os seus "padrões morais" condenam e criticam o ser-se "cabra". Não fazem a apologia da sonsa, mas que é mais facilmente aceite ai isso é... Eu sou honesta.
Aprendi a valorizar muito "uma boa cabra!" Alguem que diz o que pensa ainda que te fira, alguem que te manda à fava e se "põe bem", alguém que "parte a loiça toda" por aquielo em que acredita... mesmo que esteja errada, para mim, tem mais valor que alguém que te ajuda em tudo, te dá tudo e parece sempre pronta a tudo, e aos poucos te vai serrando os saltos dos sapatos, colocando uma corda em volta do pé e quando dás por isso te tem na mão.
Como disse... falo dos casos que conheci... Aprendi com os dois tipos de pessoas...
Hoje orgulhosamente afirmo que "aprendi a se um bocadito mais cabra" ;) e isso é bom!
Tenho dito

terça-feira, 1 de agosto de 2006

Encontros

Hoje tive um encontro com o passado.
Com os meus sonhos e aspirações. Com o que idealizei e o que consegui.
Com quem conheci, me inspirou, positiva ou negativamente.
Encontrei-me com as minhas escolhas...
Com alguns grandes cruzamentos em que tive que fazer opcões... umas mais fáceis que outras, e sempre com a ideia de que: no matter what i'de choose i couldnt go back.
Or maybe i could... but that's always unsure... ;)
Não sei se fiz sempre as escolhas certas. Talvez não, ou talvez nalguns casos não houvesse uma escolha certa, mas várias opções ponderaveis.
Olho para trás e gosto do que vejo.
Altos e baixos, algumas auto-estradas, uns quantos caminhos de terra; alguns trilhos que começei a desbravar e acabei por deixar, uns por medo do rumo onde me levariam,outros por perceber que não me interessavam.
Olho para trás e o mapa que tenho deixado é positivo. Mais aos "S", ou mais a direito, enquanto pessoa, enquanto individuo, tenho andado para a frente. O meu caminho ainda está no sopé da montanha... Tenho tanto p'ra desbravar... ;)
He He
há muito que não pensava na minha metáfora dos caminhos...
Ontem lembrei-me dela. E dai veio toda uma corrente de recordacoes e refexões mais ou menos filosóficas.
Não há coincidencias.
Tudo no universo conspira para nós. Reside tudo no modo como entendemos esses sinais. Eu gosto de sinais. De procurar o porquê, de achar ligações no que acontece. Porque é que acontece num dado momento e não noutro? :)
Isso agora...
Não sei que rumo tomarei amanhã. Hoje sei que o meu trilho está certo.
A certeza do meu caminho existe, é palpável, tem nome.
Existe na razão do meu precioso, quando acorda de noite com pesadelos e grita
-Mamã! kéo a mamã!
( e logo a seguir- Mamã ké papa!Mamã ké buacha)
;)
And there goes the poetry of things down the flush!