Talvez seja o tom, amarelo, alegre, vibrante; talvez seja o sabor das memórias de criança. Em frente ao prédio dos meus pais havia um monte que de janeiro a Março se enchia destas flores.. e em frente a minha escola primária, quantos raminhos compús eu... para oferecer à prof Manuela, para levar à minha mãe, para pôr na jarrinha a fingir da minha casinha de faz de conta nos intervalos da escola.
O caminho è sempre para a frente, mas gosto muito do conforto de certas recordacões

As famosas azedas que a maltinha apanhava para xuxar o caule. Lembro-me de um Verão em Carcavelos em que eu e uma primita, as duas muito pequenas, andarmos a apanhá-las e a minha mãe farta de avisar que não as comêssemos pois estavam na beira da estrada, o que não era nada higiénico (não que as outras o fossem, mas estas ainda levavam com mais porcarias). Não lhe ligámos nenhuma e o resultado foi um valente ataque de aftas... o castigo foi ter de comer sobremesa ao jantar... ananás!!!
ResponderEliminarUi.... "comi" tantas!! Mastigávamos os caules, era azedo mas sabia bem, vá-se lá saber porquê ehehheheh!
ResponderEliminarParaéns pelo blogue! Simples como convém!
Abraço
Teresa Carvalho