Sobre as tradições
Sábado, 7:10de uma manhã fria:
-Mãe! Vamos montar a árvore de natal! Vamos? Anda, acorda mãe!!!
Estremunhada, entro nos chinelos de pelúcia, os pés ainda no onírico de onde fui abrutamente arrancada.
7:45 - Roupões vestidos, Pequeno almoço tomado, começamos a deslaçar as mortalhadas fitas que envolveram o moribundo natal de há 12 meses... Em piloto automático, entre uns “põe os Ninjagos”, “não consigo tirar a roupa a boneca”, “oh mãe olha o Ozzy” e “ a Guida bateu-me” começamos a levantar o esqueleto artificial do “pinheiro” de natal. De Pinheiro pouco tem, farrapos de plástico e propileno sem o cheiro pungente e acre que nos enchia as narinas em
Miúdos durante a época natalícia...
Há um quê de magia em montar a árvore de natal com os filhotes e (e o gato) à nossa volta, ajudando com todo o entusiasmo a espalhar as decorações pela sala e fazendo questão de montar o puzzle dos Ramos na ordem errada...
3 filas de Ramos estão já em riste, a espera das fitas e bolas que…
Sábado, 7:10de uma manhã fria:
-Mãe! Vamos montar a árvore de natal! Vamos? Anda, acorda mãe!!!
Estremunhada, entro nos chinelos de pelúcia, os pés ainda no onírico de onde fui abrutamente arrancada.
7:45 - Roupões vestidos, Pequeno almoço tomado, começamos a deslaçar as mortalhadas fitas que envolveram o moribundo natal de há 12 meses... Em piloto automático, entre uns “põe os Ninjagos”, “não consigo tirar a roupa a boneca”, “oh mãe olha o Ozzy” e “ a Guida bateu-me” começamos a levantar o esqueleto artificial do “pinheiro” de natal. De Pinheiro pouco tem, farrapos de plástico e propileno sem o cheiro pungente e acre que nos enchia as narinas em
Miúdos durante a época natalícia...
Há um quê de magia em montar a árvore de natal com os filhotes e (e o gato) à nossa volta, ajudando com todo o entusiasmo a espalhar as decorações pela sala e fazendo questão de montar o puzzle dos Ramos na ordem errada...
3 filas de Ramos estão já em riste, a espera das fitas e bolas que…