Avançar para o conteúdo principal

Mais um estudo da treta

A propósito de uma notícia que acabo de ler: " É prejudicial as crianças acreditarem no pai Natal"- Só me ocorre: -Mais um daqueles estudos!

De vez em quando há um psicólogo que acorda com o risco virado para o lado errado e depois é:

- Não devem brincar no baloiço porque caiem e partem  a cabeça!

- jogar a bola na escola não porque caiem, porque se jantam e lutam, porque as bolas são rijas (ja ouvi varias versões)

-os meninos não devem usar faca e garfo mas sim uma colher para não se ferirem!

Agora não podem acreditar no pai Natal...

Esta a criar-se uma geração de incompetentes que não sabem sonhar mem usar a imaginação! Nunca brincaram

na rua e souberam o status que dá chegar a escola com uma crostra no joelho do tamanho de uma noz feita a descer a rua de bicicleta "sem mãos"!!

Não usam faca e aos 15 precisam que os papás cortem a carninha. 

Caramba! Sao criancas! têm que ser protegidas mas mais que isso têm que aprender!  A ser autónomas, a ganhar destreza, a saber partilhar. Passam tanto tempo em escolas e ATL's como um adulto num escritório. Estas crianças precisam de brincar! Ler, acreditar em

fadas e dragões! Na fada dos dentes e no pai natal! Deixem-nos crescer! Têm muito tempo para descobrir a desconfiança e as coisas menos boas! 

Comentários

Assunção disse…
Tenho exactamente a mesma opinião que tu: estão a roubar a infância aos miúdos, privam-nos de aventuras, de fantasia, do desenrascanço, de emoções, em suma, da vida!

Mensagens populares deste blogue

Passatempo

Com intuito de divulgar o blog e aumentar o número de seguidores vou promover um concurso! O prémio é um exemplar do livro : Super Mães, Super Mulheres Como a maternidade nos dá uma maior agilidade mental de  Katherine Ellison Para participar devem: 1º Seguir o blog 2º Comentar pelo menos um post 3º Divulgar pelos teus amigos Não esqueças de partilhar o link da divulgação!!! a Rafflecopter giveaway

Balanço de um ano de ensino público

A escola onde efetivei é uma escola profissional. Tem, além desse ensino,cursos CEF. Nunca tinha tido experência com qualquer deste tipo de ensino e, igual a mim mesma, achei que enquanto professora, seria uma mais valia a experiencia, nem que fosse por um ano! "Se não me adaptar posso sempre tentar a mobilidade para uma escola de ensino recular". O embate maior e a preocupação inicial foi: Isto vai ser a minha pr imeira vez com turmas CEF. Confesso: fiquei apreensiva. Sabia que era um público diferente, com histórias difíceis às costas, com resistências, com cansaço da escola — e tantas vezes com pouca esperança em si mesmos. E eu? Ia conseguir chegar até eles? Ia conseguir fazer a diferença? Ouve-se tanta coisa... Decidi ir sem bagagem nem expectativas e ver onde o vento me levava. O primeiro impacto foi um choque de realidades . O que funciona nas turmas regulares… aqui nem sempre cola. Há outra linguagem, outro ritmo, outro foco. Muitas vezes, o desafio é só conseg...

À reentre

  📚 Reentré 2025 Mais velho no 3.º ano da faculdade. Dois mais novos, nova escola, novo ciclo. Eu: novo ano, mesma escola. Alunos de sempre, caras novas. Colegas de ontem, outros recém-chegados. Ginásio… ainda a conta-gotas. Rotina a engonhar — mas vai. Setembro é isto. 🚶‍♀️🍂 📚 Reentré 2025 Mais velho no 3.º ano da faculdade. Dois mais novos, nova escola, novo ciclo. Eu: novo ano, mesma escola. Alunos de sempre, caras novas. Colegas de ontem, outros recém-chegados. Ginásio… ainda a conta-gotas. O blog, ainda em modo férias de verão… Rotina a engonhar — mas vai. Setembro é isto. 🚶‍♀️🍂