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A mostrar mensagens com a etiqueta #Rakieldo; #Devaneios

You - a Série

You... já viram? É daquelas séries que à partida eu até nem daria nada por ela. Um stalker, sociopata, not quite my type... Mas vi o primeiro episódio. E depois o segundo, e o terçeiro. E entre risos de: - O quê? Oh! Pá este tipo é louco!, vais dando por ti a pensar que com a pegada digital que deixamos, não é difícil alguém tirar informação relevante sobre nós. Joe Goldeberg é um sociopata que te envolve, não queres que seja apanhado. Quase perdoas condescendentemente todas as tretas que faz ao longo da primeira season. E quando acaba, não ficas com pena do desfecho, que aliás já adivinhas desde o início. A segunda season tem um quê de volte-face com Joe a passar de stalker a perseguido.  A narrativa é feita do ponto de vista do personagem, o que origina alguns episódios engraçados e caricatos com as suas observações muitas vezes desfazadas da realidade. O seu eu cego leva-o a conclusões e comentários hilariantes em alguns momentos. Na segunda temporada mantém-se o mesmo e...

E assim terminou mais um ano.

Em 2019: - Apanhei um susto com a minha avó. - Ganhei, em projetos eTwinng, 4 selos nacionais de qualidade. - Fui galardoada com um selo Europeu, de Qualidade eTwinning. - Celebrei 23 anos de namoro. - Passeei, de Norte a Sul, com a família. - Recuperei relações esmorecidas. -  Assisti a concertos especiais. - Recomeçei a escrever. -  Fui madrinha. -  Terminei o mestrado. - Voltei a ler. Acima de tudo, repensando os 12 meses, fui feliz! Venha o novo ano que tenho muitos planos para ele!

Estou fora de prazo...

Perguntava-me há dias, uma das duas ou três seguidoras que ainda perdem tempo em ler as parvoeiras que para aqui debito, porque não publicito o blogue. Porque não divulgo o que escrevo ou procuro seguidores. Deixou-me a refletir na questão. Um blogue sem leitores ainda é um blogue? Este meu mundo blogosférico tem tido vários picos desde 2005 quando começei o #meupequenouniverso. Na altura era in ter um espaço online e havia blogues sobre tudo. O meu era maioritariamente sobre o A. as aventuras na maternidade de primeira viagem. Partilhava e trocava comentários com dezenas de blogs do mesmo tipo. A esses juntavam-se as partilhas culinárias, as partilhas de banners e templates feitos em frontpage e conhecimentos autodidatas em Html. Mas havia um foco comum... a partilha. Havia um intercâmbio de ideias, de opiniões, de comentários. Aos poucos foi esmorecendo essa febre e embora o blog não tenha morrido, esteve algum temo em modo comatoso, com poucos sinais de vida. As pessoas mudam,...

Eu, pluviófila, me assumo.

A-D-O-R-O! Das galochas de borracha, aos chapéus de chuva enormes. Das gabardines ao cabelo encharcado.  A ponta dos dedos gelada de segurar o chapéu, ou, esperem, a elegância das luvas de pele a segurar o chapéu.  ADORO chuva. Não é de hoje, não é de ontem.  Talvez seja mimalhisse de infância, dos tempos em que chegava a casa,encharcada ao vir da escola , e tinha a minha mãe à espera, de toalha turca em punho,  pronta a secar cada gota de água e a esfregar-me de tal modo o corpo para o aquecer que me deixava a pele a doer. Ou talvez fosse das muitas vezes que a ouvi contar o horror que sentiu ao viver as cheias de 67.  O pavor de ver colchões a descer a rua que mais parecia um rio, o pânico de ver o pai tirar baldes de água de dentro de casa, o temor ao ver estradas de lama descer a encosta da serra e galgar pelas casas. Talvez a dor que via estampada nos olhos da minha mãe, ao falar de coisas que não compreendia, me fizessem querer minorar o dr...