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Mensagens

crianças do século XXI

Sábado, perto das 20:30. A luz vai abaixo. Os minions jantavam, enquanto viam um vídeo de como desenhar coisas de Halloween. -Oh! Acabou  a luz! - diz a M. - Bolas! Além da luz também se desligou a internet! - réplica o H - O sinal de Wi-Fi precisa de eletricidade Henrique.- tento explicar - Então liga a net do teu telemóvel que o vídeo não terminou!!!- claro Henrique... haja dados... as noções de “real” deles são tão diferentes das minhas!

Telepatias

Todos já tivémos sensações de deja vu. O sentir já   ter vivido aquela cena num outro momento.  De vez em quando tenho esses flashes.          Mas, mais que essa sensação de estar a reviver um momento, acho delicioso o número de vezes em que penso em alguém e esse alguém me liga, ou me aparece à frente.           Acontece imenso com a minha mãe, com a minha irmã, com os meus avós... e aí já nem estranho. Somos tão próximos que a probabilidade de estar a pensar neles quando me ligam è grande.            Ontem aconteceu, e fiquei calada, porque no momento ia soar a falso, quase a clichet eu dizer "ainda ontem sonhei contigo!"          Depois de um fim de semana em passeio pelo  norte, a revisitar locais da minha meninice, a reviver memórias boas da adolescência, sonhei com uma amiga com quem partilhei muitas histórias e aventuras de verão. Aquelas amizade...

sobre a poupança de água

Eu sei que a água è um recurso escasso..que devemos poupar, arranjar meios de minimizar o gasto. Mas... lavar o carro à chuva?! Ontem, quando cheguei de levar o A. ao treino, chovia. Não uma chuva torrencial mas uma tipo “molha parvos”. Ora, nem a propósito, atrás do meu prédio cruzo-me com um senhor, enfiado numa capa de chuva até aos pés, com uma vassoura em riste... pensei: deixou cair a vassoura da janela... Não. Enquanto esperava que a porta da garagem abrisse percebi que estava a lavar o carro aproveitando a chuva que caía... Ainda estou a tentar decidir se o considero um génio ou um tolo... aceitam-se sugestões.

Eu, pluviófila, me assumo.

A-D-O-R-O! Das galochas de borracha, aos chapéus de chuva enormes. Das gabardines ao cabelo encharcado.  A ponta dos dedos gelada de segurar o chapéu, ou, esperem, a elegância das luvas de pele a segurar o chapéu.  ADORO chuva. Não é de hoje, não é de ontem.  Talvez seja mimalhisse de infância, dos tempos em que chegava a casa,encharcada ao vir da escola , e tinha a minha mãe à espera, de toalha turca em punho,  pronta a secar cada gota de água e a esfregar-me de tal modo o corpo para o aquecer que me deixava a pele a doer. Ou talvez fosse das muitas vezes que a ouvi contar o horror que sentiu ao viver as cheias de 67.  O pavor de ver colchões a descer a rua que mais parecia um rio, o pânico de ver o pai tirar baldes de água de dentro de casa, o temor ao ver estradas de lama descer a encosta da serra e galgar pelas casas. Talvez a dor que via estampada nos olhos da minha mãe, ao falar de coisas que não compreendia, me fizessem querer minorar o dr...

O meu Outono

        É verdade que adoro o inverno. O som da chuva a cair, o cheiro a erva molhada, o barulho do vento nas janelas, o trovejar, as luzes de um raio à distância.         Se me falarem de estações preferidas é essa a primeira em que penso. Com os meus camisolões de gola alta, os chapéus de chuva que adoro, as botas de cano alto, os fins de semana no sofá, de manta nas pernas e chavena de chá na mão.        Mas há qualquer coisa de muito especial no outono. O Outono transporta-me à minha meninisse. Aos recomeços das aulas. Ao caminho de casa à escola, O som dos passos a calcar as folhas secas do passeio, o cheiro da terra molhada, o vento forte que nos dificultava o avançar.         Outono é sinónimo de batata doce assada, com manteiga e canela; O Outono traz o cheiro ao bolo de iogurte da minha mãe, acabado de sair do forno quando eu chegava da escola.         O Outono tem no ar...

16 anos? Já!?

Continuas a ser tu... Continuamos a ser nós e o nosso caminho, a dois, a cinco. Há momentos que se tornam únicos, mesmo sem o sabermos. Foi num desses momentos que nos conhecemos. Uma terça feira chuvosa, dois gaiatos sem noção, E no "escurinho do cinema", mas sem os drops de anis, deu-se o prelúdio do que viria a ser a nossa história. Um namoro de adolescentes, que perdura até hoje. 27 de setembro de 2003. A bonita data em que trocámos votos e desejos de que o nosso amor fosse para sempre. Têm sido 16 anos maravilhosos. Obrigada por seres a cor da minha vida, mesmo nos momentos a preto e branco. É muito bom sermos "nós". Amo-te.

Dos canitos e seus Tutores

Esta imagem podia ser uma recordação gira do nosso fim de tarde...- podia, se momentos depois o Kike não tivesse pisado um cocó de cão, amavelmente deixado por um dono concerteza muito atarefado ou quiçá com uma dor nas costas tal, que o impediu de apanhar o “presente”. Ora, sendo os ténis do jovem uma invenção maravilhosa que não pode ir à máquina porque vêm equipados com ligações usb para carregar as luzes led que têm de lado, adivinhem lá quem teve o prazer de andar de escovinha, toalhinha e outras inhas na mão a escarafunchar os ditos? É muito bom ter um jardim nas traseiras de casa, para os cãezinhos irem fazer as necessidades em modo zen... já as crianças, é mais seguro levá-las a brincar para o parque de estacionamento. Aí não há focos de cocó no chão. Não me interpretem mal. Não tenho nada contra os canitos,desde que os donos assegurem o seu comportamento. Se o cão corre e salta para quem passa, please keep them on a leash!, se o canito faz as suas necessidades,  noble...