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Mensagens

Aventuras de uma aquariófila inexperiente

O meu aquário está perto da janela da cozinha. Não é nada de especial. Apenas u m pequeno aquário de 30 litros... Mas, como apanha muita luz, mesmo com o filtro ganha verdete... já testei a batata doce, já testei tapar uma lateral com autocolante opaco... nada ajudou... então decidi comprar umas plantas... Inglória tarefa porque todas as lojas aqui perto estão sem stock de plantas.- culpa da pandemia. - Comprei on-line e marquei ponto de encontro.~ O vendendor, muito profissional, entrega-me solenemente uma garrafa de 1,5l, deitada, cheia até meio com água e as lentilhas de água a flutuar.... a garrafa tinha uma abertura a meio... coisa à pro... Paguei, agradeci e quando chego ao carro, cai-me a ficha:como vou levar uma garrafa aberta no carro? Porque não veio isto num saco ou garrafa fechada? Desenrascada, que é coisa que sempre fui, modéstia à parte, fui buscar dois saquinhos do pão à bagageira e fitacola. - sim, a minha bagageira tem esses artigos e nem vocês imaginam o que mais!...

Snowpiercer - A série vs O filme

 Para quem~devora séries, como nós aqui em casa,às vezes torna-se dificil encontrar algo novo. Há umas semanas surgiu a sugestão de uma série distópica chamada Snowpiercer. Nunca tinha ouvido falar. Assumo a ignorância sobre a existência de um filme antecessor, e, mais ainda, da existência de um romance gráfico na origem de tudo. Foi por isso com uma postura em branco que comecámos a ver a série. Quem me conhece sabe que Sci-Fi não é bem o meu género. O tema não é novo, a terra congelou, a Humanidade pereceu toda, à exceção de um número relativamente pequeno de pessoas que escaparam a bordo de um comboio-arca-de-salvação, desenhado para esse efeito pelo misterioso Mr Wilford, venerado na composição em jeito de divindade. To make a long story short, os passageiros estão divididos por tipo, desde a 1º classe que vive ostensivamente, aos da 3º classe, os operários que mantém o comboio a funcionar com a sua mão de obra e, finalmente, na cauda, os "caudas", passageiros que se infi...

"O tempo entre costuras" - excelente livro de férias

 Confesso que não quis ler o livro pelo renome da autora, ou pela crítica, nem mesmo pela sinópse... Vi-o nas mãos de uma amiga e achei piada ao nome.       Fiquei a antever o que poderia ocorrer entre costuras, que pudesse originar um romance. E da antevisão, passei à leitura.     Nunca tinha lido nada de Dueñas. A narrativa é um  um misto de biografia, romance, suspense, aventura e drama que nos cativa desde o inicio. Gostei muito da contextualização socioeconómica do protectorado em Marrocos, a envolvência da pré guerra civil espanhola, narrada com rigor e displicência ao mesmo tempo, isto é, informando sem maçar. A narrativa de Sira, contada na primeira pessoa,  está escrita de modo a que conseguimos "sentir" com a personagem, as várias aventuras. Apaixonamo-nos com ela, viajamos com ela para Marrocos, sofremos juntas as agruras do seu desalento amoroso.  O livro não é apenas uma história de amor. Sira, a humilde costureira, ass...

Ozzy vai ao veterinário - Ou uma saga trágico-comédia. Parte 2

Depois da birra da Maggie, chego ao Vet. Passam 15 minutos da hora marcada. vários animais e respetivos donos à espera à porta. Falo com a rececionista que pede desculpa mas dado o atendimento por marcação só estão a dar 10 minutos de tolerância.  Peço desculpa, entendo, não insisto.  Volto ao carro frustrada. O pulguento mia na caixa.  A caminho de casa ligo para o veterinário do bairro. Pode vê-lo às 19h30. Obrigado. Voltamos a casa. Tiro o pobre bicho da transportadora, deixo-o recuperar o ar e o chão. Chegada a hora, a Bela já não está com a neura. Calça-se e vem connosco, mesmo sem base na cara. 😂 No veterinário, o Ozzy, que se deita de barriga no ar a pedir mimo, começa a bufar. A assistente vai buscar uma toalha.  O Veterinário tenta tocar no patudo enquanto este lhe mostra as garras. O Henrique decide fazer uma festa ao gato. Leva uma patada e fica a sangrar do dedo. Acalmo-o e torno a dizer que quando os animais estão assustados não devemos aproximar-nos, m...

Ozzy vai ao veterinário - Ou uma saga trágico-comédia. Parte 1

Ontem encontramos habitantes não convidados, em casa.  É verdade que não ocupam muito espaço, nem sequer são barulhentos. E nada tem a ver com a cor. Mas a verdade é que temos estilos de vida diferentes e prefiro que o Ozzy não se dê com saltitantes seres  sugadores de sangue. Ficou combinado que hoje, quando eu chegasse, o levaríamos ao veterinário para fazer desparasitação e aproveitávamos e tratávamos da manicure do felpudo. Hoje contatei a clinica e marquei hora de consulta. Chego a casa e convido: Meninos, se querem levar o Ozzy ao veterinário vistam-se! Henrique - Espera que estou quase a passar este nível. Margarida - Mas eu não tenho meias!!! Já não tenho meias com laços!  (Se calhar ajudava se não mudasse de roupa 3 a 4 vezes ao dia, mesmo sem sair de casa) A boa da mãe - Guida se não tens dessas calça outras.  Margarida- Não! Só gosto destas! As outras são para dormir! A boa da mãe, inspira, expira.  - Então, calça umas sandálias ou umas havaianas...

24 junho

Hoje é o dia em que podia ter nascido... ou chamuscado a cabeça, pelo menos. Isto, de acordo com o que me contam, vai fazer 43 anos. Segundo reza a história, por esta altura há 43 anos, estava a minha mãe grávida de 42 semanas. Não havia cá ecografias mas ao que parece o dedo dizia-lhe que havia de sair “gaja” na lotaria.  Ora, 24 de junho é dia de arraial! E seja ou não tradicional do Porto, no Olival Basto também se comemorava. Ou não fosse uma típica vila alfacinha.  Fogueira alta, música a tocar e a minha mãe e achou por bem não perder a festa.  Disseram-lhe que se saltasse a fogueira era capaz de acelerar o parto e, confiando nessa informação claramente segura e científica, a senhora minha mãe, jovem e ansiosa por ter o seu bebê nos braços, assim fez! Não uma, não duas, mas as vezes que lhe aprouve saltar! Felizmente não houve quedas, nem houve qualquer dano ( parem de rir, se faça favor). Eu, do contra já na altura, finquei as mãos onde consegui e recusei-me a sair!...

Momento “top” do dia

Durante um agradável momento de convívio em casa de um casal amigo, as crianças brincam, os adolescentes jogam. A anfitriã pega numa toalha de mesa e brinca com o facto de ter gente em casa: - Até vou usar a toalha dos convidados! A Maggie, que brincava com a a M., levanta os olhinhos e exclama feliz: - Vamos ter convidados?!?! Risada geral. 😆 Quando a tua filhota de 5 anos se sente tão à vontade com alguém que não percebe que os convidados somos nós, isso diz muito sobre os nossos amigos ❤️ Somos abençoados!