Avançar para o conteúdo principal

Será que fui má?!

Eu tento ser justa e igual para os 3... Mas tento também ser pragmática.
O A. magoou o pé no beliche à bocado. Gemeu e queixou-se bastante...
Mexi-lhe no pé e apalpei... Nada de negro, de inchado, se vermelho ou de quente.
Apliquei pomada para contusões. Disse lhe que mantivesse o pé ao alto e já víamos...
Enquanto arrumava a cozinha não me saía a ideia se o meu rapazolas de 10 anos estava a tentar ter atenção :( tipo: -Eu também mereço que vás comigo a meio da noite para o médico, ou se eu estava a ser parva e devia ir já ao hospital... afinal de contas... não sou médica...
Combinámos que se a dor não aumentasse esperávamos até de manhã.
Ele anuiu... Já dorme... Já lá fui, mexi e remexi o pé. Nem se mexeu. Não vejo nada de cuidados... Mas sinto-me mal... Porque não sei se está com ciúmes dos irmãos ou se é realmente algo e eu não estou a dar relevância.
:/ nem sempre é fácil por muito que tentemos dar-lhes a mesma atenção 

Comentários

Assunção disse…
Não, não foste má! Há situações e situações e não podemos ir a correr para o hospital de cada vez que há um espirro ou um pum... Fizeste o teu melhor, deste-lhe a atenção devida, avaliaste a situação e resolveste esperar pelo dia seguinte, visto que não passou a dor, encaminhaste-o para o senhor doutor, tudo tal e qual como eu faria com qualquer uma das minhas! És boa mãe... tranquilita! ;)

Mensagens populares deste blogue

Passatempo

Com intuito de divulgar o blog e aumentar o número de seguidores vou promover um concurso! O prémio é um exemplar do livro : Super Mães, Super Mulheres Como a maternidade nos dá uma maior agilidade mental de  Katherine Ellison Para participar devem: 1º Seguir o blog 2º Comentar pelo menos um post 3º Divulgar pelos teus amigos Não esqueças de partilhar o link da divulgação!!! a Rafflecopter giveaway

Quem ajuda os que ajudam

Ou quando começaremos a ser humanitários dentro de nossa casa?  Não me interpretem mal. Acho horrível o que estão a passar milhares de pessoas cujo desespero os leva às ações que temos seguido na TV. Para quem sempre teve teto e paz, não é fácil entender o verdadeiro drama, mas consegue ter-se uma ideia. E lógico que a imagem da criança síria que deu à costa sem vida, amplamente usada para ilustrar o flagelo da questão, fere, choca, deixa-nos a pensar em todos os que morreram também, maiores e menores que aquele, e não tiveram direito a capa de jornal...  Mas por muito que tente entender esse flagelo, não posso aceitar que tenhamos nós próprios centenas de desalojados e pessoas em situação de miséria pelo país fora sem que o estado intervenha e nesta situação externa já haja casas da igreja e desmobilização de valores mensais para apoiar os refugiados... Se calhar os nossos também precisam de arranjar um barco de borracha, atracar no terreiro do paço e pedir estatuto de refugi...

À reentre

  📚 Reentré 2025 Mais velho no 3.º ano da faculdade. Dois mais novos, nova escola, novo ciclo. Eu: novo ano, mesma escola. Alunos de sempre, caras novas. Colegas de ontem, outros recém-chegados. Ginásio… ainda a conta-gotas. Rotina a engonhar — mas vai. Setembro é isto. 🚶‍♀️🍂 📚 Reentré 2025 Mais velho no 3.º ano da faculdade. Dois mais novos, nova escola, novo ciclo. Eu: novo ano, mesma escola. Alunos de sempre, caras novas. Colegas de ontem, outros recém-chegados. Ginásio… ainda a conta-gotas. O blog, ainda em modo férias de verão… Rotina a engonhar — mas vai. Setembro é isto. 🚶‍♀️🍂