Avançar para o conteúdo principal

Birras

Do alto dos seus 20 meses o meu príncipe mais novo descobriu a palavra NÃO e aprendeu que é muito giro fazer birras e ver toda gente a entrar em modo rebucado... Se calhar não é bem assim, mas na sua senda para descobrir até onde o deixamos ir, o rapaz testa diariamente a nossa paciência para o contrariar e ignorar e chamar a atenção, sem saltar a tampa... 
Chegámos a pouco a casa... Enquanto soou a passeio, porreiro! Vimos embora... Kike fez birra para entrar no carro, birra para sair, birra para entrar no elevador, birra para sair do elevador, birra para entrar em casa... 
Solução,kike a chorar no patamar, com direito a espernear e tudo e eu, faço entrada cirúrgica em casa direitinho ao quarto dele, estores-para-baixo-chucha-e-fralda-de-pano-na-mão-voltar-a-entrada-apanhar-o-birras-do-chão-beijinhos-cama! 
Nem piou... Calou-se com a chucha e quando lá voltei minutos depois dormia... Bolas que este tem umas birras apuradinhas! Valha-me o A. que neste processo levou a cadeirinha com a Maggie para a sala e trouxe os sacos para dentro. 
Escrevo este post enquanto me regozijo com o silêncio maravilhoso que impera na casa... Os minions pequenos dormem e o mais velho joga... Boa! Tenho pelo menos 30 minutos para orientar as coisas antes de um deles acordar.

Comentários

Mensagens populares deste blogue

Passatempo

Com intuito de divulgar o blog e aumentar o número de seguidores vou promover um concurso! O prémio é um exemplar do livro : Super Mães, Super Mulheres Como a maternidade nos dá uma maior agilidade mental de  Katherine Ellison Para participar devem: 1º Seguir o blog 2º Comentar pelo menos um post 3º Divulgar pelos teus amigos Não esqueças de partilhar o link da divulgação!!! a Rafflecopter giveaway

Quem ajuda os que ajudam

Ou quando começaremos a ser humanitários dentro de nossa casa?  Não me interpretem mal. Acho horrível o que estão a passar milhares de pessoas cujo desespero os leva às ações que temos seguido na TV. Para quem sempre teve teto e paz, não é fácil entender o verdadeiro drama, mas consegue ter-se uma ideia. E lógico que a imagem da criança síria que deu à costa sem vida, amplamente usada para ilustrar o flagelo da questão, fere, choca, deixa-nos a pensar em todos os que morreram também, maiores e menores que aquele, e não tiveram direito a capa de jornal...  Mas por muito que tente entender esse flagelo, não posso aceitar que tenhamos nós próprios centenas de desalojados e pessoas em situação de miséria pelo país fora sem que o estado intervenha e nesta situação externa já haja casas da igreja e desmobilização de valores mensais para apoiar os refugiados... Se calhar os nossos também precisam de arranjar um barco de borracha, atracar no terreiro do paço e pedir estatuto de refugi...

À reentre

  📚 Reentré 2025 Mais velho no 3.º ano da faculdade. Dois mais novos, nova escola, novo ciclo. Eu: novo ano, mesma escola. Alunos de sempre, caras novas. Colegas de ontem, outros recém-chegados. Ginásio… ainda a conta-gotas. Rotina a engonhar — mas vai. Setembro é isto. 🚶‍♀️🍂 📚 Reentré 2025 Mais velho no 3.º ano da faculdade. Dois mais novos, nova escola, novo ciclo. Eu: novo ano, mesma escola. Alunos de sempre, caras novas. Colegas de ontem, outros recém-chegados. Ginásio… ainda a conta-gotas. O blog, ainda em modo férias de verão… Rotina a engonhar — mas vai. Setembro é isto. 🚶‍♀️🍂