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Sónia e os fenómenos “para-anormais”

No silêncio da noite, as crianças todas a dormir, o gato fechado na cozinha, apenas eu estou acordada. E do nada, a boneca da mais nova, que está na caminha do Nenuco, junto à janela, sem ninguém lhe mexer, começa a palrar. Num filme de terror seria momento para correr e ficar em pânico. Se ninguém lhe mexeu porque raio se ligou? Ora, por aqui, primeiro espera-se. Aquela lenga lenga normalmente só dura 10 segundos... ok, calou-se. Pego novamente no livro que tinha pousado. Passados minutos recomeça... raios partam. Vou ter que me levantar? Espero... À terceira vez que fala, lá me levanto e vou ao quarto antes que a Maggie acorde com o xinfrim. Pego na boneca por uma perna e levo-a dali para ver se a calo. Sorrio mentalmente, ao imaginar um filme em que a cabeça da boneca gira e ela me agarra com as suas mãozinhas de borracha com cheiro a baunilha. Mas não. Só palra. Lá dou com o botão que tem nas costas e desligo a baby-alive... Atiro-a para cima da cadeira do meu quarto, enquanto volto para a cama e penso: - agora que a desliguei è que era giro falar!
😂😂 a haver fantasmas, comigo estão tramados.

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  📚 Reentré 2025 Mais velho no 3.º ano da faculdade. Dois mais novos, nova escola, novo ciclo. Eu: novo ano, mesma escola. Alunos de sempre, caras novas. Colegas de ontem, outros recém-chegados. Ginásio… ainda a conta-gotas. Rotina a engonhar — mas vai. Setembro é isto. 🚶‍♀️🍂 📚 Reentré 2025 Mais velho no 3.º ano da faculdade. Dois mais novos, nova escola, novo ciclo. Eu: novo ano, mesma escola. Alunos de sempre, caras novas. Colegas de ontem, outros recém-chegados. Ginásio… ainda a conta-gotas. O blog, ainda em modo férias de verão… Rotina a engonhar — mas vai. Setembro é isto. 🚶‍♀️🍂