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Quem tem filhos...

tem cadilhos, lá diz o provérbio...
Um dos sábios dizeres populares que com o seu saber empírico conhece as preocupações e inquietações de quem é mãe.
Agora é um que troca sons, logo é outro que chora quando tem uma atividade escolar, a seu tempo haverá um que nos leva a passear até às urgências...
E o cansaço que arrastamos até chegar a casa, na antecipação de poder sentar e relaxar no sofá, dão lugar à vigília. Ao trocar o pijama felpudo pelas calças que esperávamos vestir apenas dali a umas horas, calçar os ténis em detrimento das pantufinhas rosa e siga até ao hospital, que as dores não escolhem hora. Ou, pensando melhor, parecem escolher. Durante o dia os queixumes são mais toleráveis..
Exames feitos, consulta tida. Agora análises, mais 2 horas de espera... com sorte dão-nos o pequeno almoço...:
Ao menos que seja bem visto e se resolva o que nos traz cá...

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Quem ajuda os que ajudam

Ou quando começaremos a ser humanitários dentro de nossa casa?  Não me interpretem mal. Acho horrível o que estão a passar milhares de pessoas cujo desespero os leva às ações que temos seguido na TV. Para quem sempre teve teto e paz, não é fácil entender o verdadeiro drama, mas consegue ter-se uma ideia. E lógico que a imagem da criança síria que deu à costa sem vida, amplamente usada para ilustrar o flagelo da questão, fere, choca, deixa-nos a pensar em todos os que morreram também, maiores e menores que aquele, e não tiveram direito a capa de jornal...  Mas por muito que tente entender esse flagelo, não posso aceitar que tenhamos nós próprios centenas de desalojados e pessoas em situação de miséria pelo país fora sem que o estado intervenha e nesta situação externa já haja casas da igreja e desmobilização de valores mensais para apoiar os refugiados... Se calhar os nossos também precisam de arranjar um barco de borracha, atracar no terreiro do paço e pedir estatuto de refugi...

À reentre

  📚 Reentré 2025 Mais velho no 3.º ano da faculdade. Dois mais novos, nova escola, novo ciclo. Eu: novo ano, mesma escola. Alunos de sempre, caras novas. Colegas de ontem, outros recém-chegados. Ginásio… ainda a conta-gotas. Rotina a engonhar — mas vai. Setembro é isto. 🚶‍♀️🍂 📚 Reentré 2025 Mais velho no 3.º ano da faculdade. Dois mais novos, nova escola, novo ciclo. Eu: novo ano, mesma escola. Alunos de sempre, caras novas. Colegas de ontem, outros recém-chegados. Ginásio… ainda a conta-gotas. O blog, ainda em modo férias de verão… Rotina a engonhar — mas vai. Setembro é isto. 🚶‍♀️🍂